Abril

OEA - Organização dos Estados Americanos quer a suspensão imediata de Belo Monte. Comissão Interamericana de Direitos Humanos considera que povos indígenas devem ser ouvidos antes do início das obras.
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FUNAI mente sobre Belo Monte e ressuscita critérios racistas de indianidade. Após a reação arrogante e equivocada do Ministério de Relações Exteriores à decisão da Organização dos Estados Americanos – OEA, que recomenda a suspensão do licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte, mais uma representação governamental, a Fundação Nacional do Índio (Funai), revela o descontrole do Governo brasileiro ao receber tal recomendação.
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Belo Monte: governo brasileiro precisa respeitar o direito das oitivas indígenas. MPF não é parte no caso que foi apresentado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, mas trava a mesma batalha em processo que tramita desde 2006 na justiça brasileira.
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Impactos das mudanças climáticas na Amazônia podem inviabilizar Belo Monte.
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Secas da Amazônia estão cada vez mais intensas. Em 2005, a Floresta Amazônica passou por uma seca tão severa que foi classificada como um fenômeno raro, dos que costumam ocorrer uma vez a cada cem anos. Entretanto, apenas cinco anos depois a região teve uma seca ainda mais forte.
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Brasil importa impactos ambientais, diz vencedor do Nobel. Convidado pelo cineasta James Cameron a fazer parte de uma discussão sobre Belo Monte, ele criticou a construção da usina na região do rio Xingu, no Pará, principalmente a destinação da energia, que será usada em grandes indústrias. "Este é um caso extremo, onde boa parte da energia seria usada para produzir alumínio, principalmente pela americana Alcoa. É um dos piores usos de energia possíveis. O País está praticamente exportando a energia para o resto do mundo e importando os impactos ambientais. A usina gera poucos empregos, destrói o País, e os benefícios ficam fora", explicou Fearnside, que integrou o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês), que levou o prêmio Nobel da Paz em 2007 junto a Al Gore.
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Governo japonês reconhece que desastre nuclear de Fukushima chegou ao nível 7, o mesmo de Tchernobil, na Ucrânia, o maior já ocorrido no mundo.
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Um tempo que nunca passa. Na proximidade do aniversário do acidente nuclear de Chernobyl, Greenpeace revela que a tragédia ainda é capaz de fazer vítimas.
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E se tivesse sido aqui... Se o acidente nuclear japonês acontecesse no Brasil, plano de evacuação poderia atingir até 1 milhão e meio de pessoas, em 27 municípios do Rio de Janeiro e São Paulo.
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Fukushima nunca mais! Artigo de Carlos Walter Porto-Gonçalves, Doutor em Geografia. Professor Universidade Federal Fluminense. Pesquisador do CNPq.
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Madeira é o rio com mais peixes no mundo. Novo levantamento diz que o rio amazônico supera todos os outros no mundo, com cerca de 800 espécies.
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Engenheiro denuncia devastação do bioma da Serra Vermelha no sul do Piauí.
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"O Ciclo das águas no Pantanal e a cheia de 2011". Artigo: Ivan Bergier Tavares de Lima, Emiko Kawakami de Resende e José Aníbal Comastri Filho, pesquisadores da Embrapa Pantanal.
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Justiça barra expansão incontrolável e devastadora da monocultura do Eucalipto em Guaratinguetá (SP). A suspensão em sede de liminar atende pedido em Ação Civil Pública ajuizada pela Defensoria Pública de São Paulo e foi deferida para suspender plantios futuros de eucalipto em todo o município, que já tem 12% de sua área devastada pela monocultura.
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Movimentos sociais protestam contra reforma do Código Florestal e uso de agrotóxicos.
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Universidade Federal do Mato Grosso identifica agrotóxico em amostras de leite materno
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Defender o Código Florestal Brasileiro é defender a Vida. Manifesto do Movimento Fluminense "Todos em Defesa do Código Florestal".
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Novo envelhecimento. O envelhecimento e a urbanização são tendências demográficas importantes no século 21. A população urbana, que já corresponde à metade da humanidade, dobrará até 2050, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). Por outro lado, se hoje existem cerca de 600 milhões de pessoas com mais de 60 anos, em 2050 a população nessa faixa etária será de quase 2 bilhões.
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Morte de morcegos pode causar prejuízos econômicos e ambientais. Redução de animais impacta na proliferação de insetos, causa danos ecológicos e faz agricultura dos EUA gastar R$ 6 bi anuais com pesticidas.
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Banco do Brasil começa a exigir de produtores rurais cumprimento do Código Florestal.
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