Dezembro

COP 17 termina com acordo em Durban, sem a participação de Rússia, Japão e Canadá.
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Vestidos de executivos, ativistas do Greenpeace fizeram um brinde pela vitória das empresas poluidoras na COP-17: os governos deram ouvidos às grandes corporações poluidoras em lugar do povo, que deseja o fim da dependência dos combustíveis fósseis. Com quase dois dias de atraso, os representantes das 194 nações reunidas em Durban, África do Sul, para a Conferência do Clima da ONU, chegaram a uma resolução para evitar o fracasso absoluto da reunião. O dia já estava amanhecendo quando o texto final foi aprovado, prevendo a renovação do Protocolo de Kyoto até 2017 –sem a participação de Rússia, Japão e Canadá – e promessas vagas de um novo acordo climático global a ser implementado a partir de 2020.
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EUA e China comprometem-se a cortar gases estufa em pacto global. Um dos principais e inéditos resultados da Conferência do Clima, COP-17, foi o estabelecimento do grupo de trabalho da Plataforma de Durban, que vai desenvolver um "protocolo", "instrumento legal" ou "resultado acordado com força legal" de comprometimento de todos os países para cortar as emissões de gases do efeito estufa. É a primeira vez que EUA e China concordam com um acordo legal neste sentido, que deve ser implementado em 2020.
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Código Florestal: a tolerante lei da selva e a estratégia do bode na sala.
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Floresta amazônica perde área de 102 km² em outubro, afirma Imazon.
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Amazônia vive situação drástica nos aspectos sociais, ambientais e econômicos, diz estudo.
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INPE estima redução de 11% no desmatamento da Amazônia para o período de 2.010/2.011. Dados são do sistema PRODES - Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal.
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Comunicadores e ONGs lançam primeira plataforma de ativismo ambiental do Brasil.
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