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A participação é a
verdadeira conscientização ecológica.
Sem ela existe apenas acúmulo de
informações e teorias.
Participe e ajude a divulgar outras campanhas
informando
via E.MAIL
com os
detalhes necessários.

BASTA
DE GENOCÍDIO:
pela Terra e Vida do
Povo Kaiowá Guarani
Site da campanha:
http://www.campanhaguarani.org.br
Mais de uma centena de vidas Kaiowá Guarani
são sacrificadas anualmente neste início de
milênio, no Estado de Mato Grosso do Sul.
É
a voracidade da monocultura do agronegócio,
estimulada pela omissão do Governo Federal
em demarcar as terras indígenas; a
impunidade dos assassinos dos índios e a
prisão dos que lutam pelos direitos de seu
povo; as paralisações dos procedimentos de
demarcação por ações judiciais e pela
intervenção contínua dos poderes Legislativo
e Executivo do Estado e dos municípios.
Como
conseqüência disso, temos um quadro de
violência e mortes que caracterizam uma
situação de genocídio. São dezenas de
assassinatos, mortes por desnutrição,
atropelamentos, suicídios, e uma situação de
escassez econômica que inviabiliza seus
projetos de vida e de futuro. Atualmente,
mais de 100 indígenas Kaiowá Guarani estão
nas prisões no Estado.
A principal causa desta realidade dramática
é indiscutivelmente a falta de terra. O
confinamento, que teve início no século
passado e chega hoje ao extremo, com mais de
40 mil Kaiowá Guarani vivendo em
aproximadamente 20 mil hectares de terra,
tem gerado a pior situação do Brasil em
termos de negação de direitos humanos
fundamentais.
Através de uma força tarefa articulada pelo
Ministério Público Federal (MPF), juntamente
com as comunidades Kaiowá Guarani, foi
estabelecido um Termo de Ajustamento de
Conduta, firmado pelo atual presidente da
Funai, Procuradoria da República de Dourados
e Ponta Porã e lideranças indígenas, em
novembro de 2007. De acordo com esse termo,
36 terras indígenas Kaiowá Guarani deveriam
ser identificadas através da implementação
de Grupos de Trabalho. No entanto, os prazos
se esgotaram e até o momento nada foi
realizado pela Funai.
Por esta razão, o povo Kaiowá Guarani
solicita seu apoio, através desse
abaixo-assinado, para a urgente
identificação e demarcação de suas terras em
cumprimento ao Termo de Ajustamento de
Conduta, à Constituição Federal em
consonância com a Convenção 169 da OIT e a
Declaração dos Direitos Indígenas da ONU.
Estas assinaturas serão encaminhadas
diretamente à presidente da República, Dilma
Rousseff, com cópias ao
presidente da Funai e ao
ministro da Justiça.
Acesso ao abaixo assinado da campanha
>> aqui
O que teriam em
comum o livro escrito pelo autor José de Alencar em 1857; uma
ópera composta pelo maestro Carlos Gomes no ano de 1870; o
movimento intelectual que influenciou toda a arte modernista na
década de 1920; a obra de arte brasileira que alcançou o maior
valor no mercado internacional, um milhão e meio de dólares,
pintado em 1928 por Tarsila do Amaral; uma missa teatral
composta pelo cantor Milton Nascimento e o bispo Dom Pedro
Casaldáliga; o time de futebol campeão brasileiro em 1979; e o
filme do diretor Rolland Joffe vencedor do principal prêmio, a
palma de ouro, do Festival de Cinema em Cannes no ano de 1986?
O romance “o
Guarani”, a ópera “Guarani”, o manifesto cultural
“Antropofágico”, o quadro “Abapuru”, a “Missa da Terra Males”, o
time “Guarani Futebol Clube” de Campinas e o filme “A missão”
foram criados com inspiração em um Grande Povo que tem ligação
vital com as terras do nosso continente. Este povo que luta para
defender esta terra desde tempos que nossa memória não seria
capaz de alcançar é o Povo Guarani.
Emissoras de
rádio e tv, refrigerantes, supermercados, hotéis, leite, café,
restaurantes, açúcar, material de limpeza ... além de servir de
inspiração para as artes e para os esportes, o mercado ainda tem
uma infinidades de produtos comercializados que recebem o nome
do povo ou utilizam palavras da língua Guarani. Em todos os
lugares é possível encontrar nomes que fazem referência a este
povo: o grande aqüífero, lagos, cidades, bairros, ruas, praias,
rios, montanhas, animais...
No entanto,
apesar de tão presentes em nosso cotidiano, o povo Guarani
permanece praticamente invisível para todos, especialmente aos
olhos dos que querem varre-los para fora de nossa história.
Ao longo dos
séculos, a sociedade brasileira jamais foi capaz de ouvir a voz
sagrada dos rezadores do povo Guarani, mesmo quando esta voz foi
um grito de socorro contra o genocídio que enfrentam. Ao longo
dos séculos, a sociedade brasileira vem ignorando a luz do
sorriso das mulheres e crianças do Povo Guarani. Talvez por
vergonha e culpa, ao longo dos séculos, a sociedade brasileira
tenha apagado da memória as belas páginas de resistência escrita
pelos bravos guerreiros do povo Guarani.
O pouco que se
sabe por meio do noticiário é de seu sofrimento: que suas terras
estão praticamente todas invadidas; que suas crianças morrem por
falta de comida; que são vítimas de altos índices de assassinato
praticados por seus inimigos; que o Estado desrespeita
completamente os direitos mínimos para sua sobrevivência
firmados na Constituição Federal e em Convenções Internacionais.
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Manifesto em Defesa do Código Florestal
Entidades ambientais
de todo o Brasil estão subscrevendo o Manifesto em Defesa do Código
Florestal, elaborado pelo Coletivo de Entidades Ambientalistas de
São Paulo. O manifesto já conta com a subscrição de 200
instituições.
A proposta em discussão ataca e descaracteriza
o Código Florestal, cuja sua principal ferramenta é proteger e
garantir o meio ambiente ecologicamente equilibrado. Isso fica claro
em diversos Projetos de Lei. Especialmente aos que se direcionam as
Áreas de APP e de Reserva Legal.
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Apóie o Manifesto em
defesa do Código Florestal e da Política Nacional de Meio Ambiente:
Assine aqui
Lobby ruralista tenta fragilizar a proteção
Ambiental no Brasil
Assista o vídeo feito pelo PROAM e entenda a
importância do
Código Florestal |
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Por
rótulos em alimentos melhores e honestos
Está
tramitando no Senado um projeto de lei que obriga os fabricantes de produtos
alimentícios e vestuário a especificar na embalagem se o produto contém ou
não ingredientes de origem animal. É direito de todo consumidor saber o que
está comprando.
Faça sua parte, exigindo dos
senadores que aprovem este projeto de lei
clicando aqui
e assine a petição pela aprovação do projeto
clicando aqui. |
Diga
NÃO ao consumo de palmito ilegal e clandestino
O consumo de
palmito tem incentivado a venda do palmito ilegal, extraído
criminosamente através de quadrilhas organizadas, uma verdadeira
"máfia do palmito" e levou a palmeira juçara, de onde é
extraído, para a lista das espécies ameaçadas de extinção. Ajude a
combater a exploração ilegal e predatória, não consumindo palmito sem
conhecer a sua procedência.
Conheça mais detalhes
clicando aqui >>.
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Ajude
a combater o tráfico de animais silvestres.
Denuncie o comércio ilegal!
Utilize
o portal da ONG
RENCTAS
especializada no combate a esse crime através do endereço
www.renctas.org.br
A
RENCTAS
é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve diversas ações de
combate ao tráfico de animais silvestres.
Entre elas estão a realização
de campanhas nacionais e internacionais de conscientização, cursos,
treinamentos e workshops para a capacitação e qualificação de agentes
responsáveis pela fiscalização ambiental, apoio e desenvolvimento de
projetos de pesquisa e conservação da fauna, elaboração de bancos de
dados, programas de controle e suporte às operações de fiscalização e
elaboração de relatórios sobre essa atividade criminosa. |
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