Consensualmente, entende-se que a  Carta deve ser:

Uma declaração de princípios fundamentais com significado perdurável  e que possa ser compartilhada amplamente pelos povos da todas as raças, culturas e religiões.

Um documento relativamente breve e conciso, escrito com linguagem inspiradora.

Ela deve ser clara e significativa.

A articulação de uma visão que reflita valores universais.

Uma chamada para a ação, que agregue novas dimensões significativas de valores às que já se encontram expressas em outros documentos relevantes.

Uma Carta dos povos que sirva como um código universal de conduta para pessoas, para instituições e para Estados.