|
"O
ecodesenvolvimento se define como um processo criativo de transformação do
meio com a ajuda de técnicas ecologicamente prudentes, concebidas em função
das potencialidades deste meio, impedindo o desperdício inconsiderado dos
recursos, e cuidando para que estes sejam empregados na satisfação das
necessidades de todos os membros da sociedade, dada a diversidade dos meios
naturais e dos contextos culturais. As estratégias do ecodesenvolvimento serão
múltiplas e só poderão ser concebidas a partir de um espaço endógeno das
populações consideradas. Promover o ecodesenvolvimento é, no essencial,
ajudar as populações envolvidas a se organizar, a se educar, para que elas
repensem seus problemas, identifiquem as suas necessidades e os recursos
potenciais para conceber e realizar um futuro digno de ser vivido, conforme os
postulados de justiça social e prudência ecológica" (Sachs, 1976).
"Um
estilo ou modelo para o desenvolvimento de cada ecossistema,
que, além dos aspectos gerais, considera de maneira particular os dados ecológicos
e culturais do próprio ecossistema para otimizar seu aproveitamento, evitando a
degradação do meio ambiente e as ações degradadoras (...) É uma técnica de
planejamento que busca articular dois objetivos: por um lado, o objetivo do
desenvolvimento, a melhoria da qualidade de vida através do incremento da
produtividade; por outro, o objetivo de manter em equilíbrio o ecossistema onde
se realizam essas atividades" (SAHOP, 1978).
"É
uma forma de desenvolvimento econômico e social, em cujo planejamento se deve
considerar a variável meio ambiente" (Strong apud
Hurtubia, 1980).
"Uma
forma de desenvolvimento planejado que otimiza o uso dos recursos disponíveis
num lugar, dentro das restrições ambientais locais" (Munn, 1979).
ECOLOGIA
O
termo "Ecologia" foi criado por Hernst Haekel (1834‑1919) em
1869, em seu livro "Generelle Morphologie des Organismen", para
designar "o estudo das relações de um organismo com seu ambiente inorgânico
ou orgânico, em particular, o estudo das relações do tipo positivo ou
amistoso e do tipo negativo (inimigos) com as plantas e animais com que
convive" (Haekel apud Margaleff,
1980). Em português, aparece pela primeira vez em Pontes de Miranda, 1924,
"Introdução à Política Científica". O conceito original evoluiu
até o presente no sentido de designar uma ciência, parte da Biologia, e uma área
específica do conhecimento humano que tratam do estudo das relações dos
organismos uns com os outros e com todos os demais fatores naturais e sociais
que compreendem seu ambiente.
"Em
sentido literal, a Ecologia é a ciência ou o estudo dos organismos em
"sua casa", isto é, em seu meio (...) Define-se como o estudo
das relações dos organismos, ou grupos de organismos, com seu meio (...) Está
em maior consonância com a conceituação moderna definir Ecologia como estudo
da estrutura e da função da natureza, entendendo-se que o homem dela faz
parte" (Odum, 1972).
"Deriva-se
do grego "oikos", que significa lugar onde se vive ou hábitat
(...) Ecologia é a ciência que estuda a dinâmica dos ecossistemas (...) é a
disciplina que estuda os processos, interações e a dinâmica de todos os seres
vivos com os aspectos químicos e físicos do meio ambiente e com cada um dos
demais, incluindo os aspectos econômicos, sociais, culturais e psicológicos
peculiares ao homem (...) é um estudo interdisciplinar e interativo que deve,
por sua própria natureza, sintetizar informação e conhecimento da maioria,
senão de todos os demais campos do saber. Ecologia não é meio ambiente.
Ecologia não é o lugar onde se vive. Ecologia não é um
descontentamento emocional com os aspectos industriais e tecnológicos da
sociedade moderna" (Wickersham et alii, 1975).
"É
a ciência que estuda as condições de existência dos seres vivos e as interações,
de qualquer natureza, existentes entre esses seres vivos e seu meio" (Dajoz,
1973).
"Ciência
das relações dos seres vivos com o seu meio (...) Termo usado freqüente e
erradamente para designar o meio ou o ambiente" (Dansereau, 1978).
"(1)
o ramo da ciência concernente à interrelação dos organismos e seus
ambientes, manifestada em especial por: ciclos e ritmos naturais;
desenvolvimento e estrutura das comunidades; distribuição geográfica; interações
dos diferentes tipos de organismos; alterações de população; (2) o modelo ou
a totalidade das relações entre os organismos e seu ambiente" (Webster's,
1976).
"(1)
parte da Biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ou
ambiente em que vivem, bem como suas recíprocas influências. (2) ramo das ciências
humanas que estuda a estrutura e o desenvolvimento das comunidadades humanas em
suas relações com o meio ambiente e sua conseqüente adaptação a ele, assim
como os novos aspectos que os processos tecnológicos ou os sistemas de organização
social possam acarretar para as condições de vida do homem" (Ferreira,
1975).
"Disciplina
biológica que lida com o estudo das inter-relações dinâmicas dos componentes
bióticos e abióticos do meio ambiente" (USDT, 1980).
Ecologia
animal Ecologia cultural Estudo dos processos pelos quais uma sociedade se adapta ao seu meio ambiente. Seu objetivo principal é determinar se essas adaptações iniciam transformações sociais internas de mudança evolutiva. Seu método requer exame da interação de sociedades e instituições sociais entre si e com o ambiente natural.
Ecologia
de sistemas Ecologia energética Estudo das transformações da energia dentro de uma comunidade ou ecossistema. Ecologia evolutiva Ciência integrada de evolução, genética, adaptação e ecologia; interpretação da estrutura e do funcionamento dos organismos, comunidades e ecossistemas no contexto da teoria da evolução. Ecologia humana
"Estudo
científico das relações entre os homens e seu meio
ambiente, isto é, as condições naturais, interações e variações, em
todos os aspectos quantitativos e qualitativos" (SAHOP, 1978). Ecologia profunda Ideologia que preconiza uma redução da população humana para que o planeta seja sustentável para todas as espécies consideradas naturais; busca a auto-realização e a bioigualdade (todos os seres vivos tem igual direito e valor de existência); considera a defesa somente da fauna e flora que interessa aos humanos como ecologia rasa. É uma ideologia de minoria neste final de século XX, mas que contém questões importantes para o conceito de sustentabilidade. Ecologia da restauração Estudo da recomposição de COMUNIDADES E ECOSSISTEMAS e, por extensão, da recomposição das feições paisagísticas sob diretrizes ecológicas. Ecologia vegetal
Ramo da ecologia que enfatiza as relações entre os vegetais e o
ambiente, ou entre as diferentes espécies de uma comunidade de
plantas sem referência ao ambiente.
"Estudo
científico das relações biológicas, culturais e econômicas entre o homem e
o meio ambiente urbano, que se estabelecem em função das características
particulares dos mesmos e das transformações que o homem exerce através da
urbanização" (SAHOP, 1978).
ECOLOGISTA
"Termo
que designa as pessoas e entidades que se preocupam ativamente em defender a
natureza" (Diccionario de la Naturaleza, 1987).
(ver
também AMBIENTALISTA) ECOLOGIZAR
Ecologizar,
verbo que ainda não existe em dicionários, expressa a ação de introduzir a
dimensão ecológica nos vários campos da vida e da sociedade. ECOMORFOLOGIA Estudo do relacionamento entre as relações ecológicas de um indivíduo e sua morfologia.
ECONOMIA
AMBIENTAL
"Existe
economia de escala quando a expansão da capacidade de produção de uma firma
ou indústria causa um aumento dos custos totais de produção menor que,
proporcionalmente, os do produto. Como resultado, os custos médios de produção
caem, a longo prazo"
(Bannock et alii, 1977).
"Aquela
que organiza o processo produtivo de maneira que se alcance, através da busca
do tamanho ótimo, a máxima utilização dos fatores que intervêm em tal
processo. Como resultado, baixam-se os custos de produção e
incrementam-se os bens e serviços" (SAHOP, 1978).
"Ganhos
que se verificam no produto e/ou nos seus custos, quando se aumenta a dimensão
de uma fábrica, de uma loja ou de uma indústria" (Seldon & Pennance,
1977).
ECONOMIA
ECOLÓGICA
ECOSSISTEMA
Termo
criado por Tansey em 1935. Sistema aberto que inclui, em uma certa área, todos os fatores físicos
e biológicos (elementos bióticos e abióticos)
do ambiente e suas interações, o que resulta em uma diversidade biótica com
estrutura trófica claramente definida e na troca de energia e matéria entre
esses fatores.
"A
biocenose e seu biótopo
constituem dois elementos inseparáveis que reagem um sobre o outro para
produzir um sistema mais ou menos estável que recebe o nome de ecossistema (Tansley,
1935) (...) O ecossistema é a unidade funcional de base em ecologia, porque
inclui, ao mesmo tempo, os seres vivos e o meio onde vivem, com todas as interações
recíprocas entre o meio e os organismos" (Dajoz, 1973).
"Os
vegetais, animais e microorganismos que vivem numa região e constituem uma comunidade
biológica estão ligados entre si por uma intrincada rede de relações que
inclui o ambiente físico em que existem estes organismos. Estes componentes físicos
e biológicos interdependentes formam o que os biólogos designam com o nome de
ecossistema" (Ehrlich & Ehrlich, 1974).
"É
o espaço limitado onde a ciclagem de recursos através de um ou vários níveis
tróficos é feita por agentes mais ou menos fixos, utilizando simultânea e
sucessivamente processos mutuamente compatíveis que geram produtos utilizáveis
a curto ou longo prazo" (Dansereau, 1978).
"É
um sistema aberto integrado por todos os organismos vivos (compreendido o homem)
e os elementos não viventes de um setor ambiental definido no tempo e no espaço,
cujas propriedades globais de funcionamento (fluxo de energia e ciclagem de matéria)
e auto-regulação (controle) derivam das relações entre todos os seus
componentes, tanto pertencentes aos sistemas naturais, quanto os criados ou
modificados pelo homem" (Hurtubia, 1980).
"Sistema
integrado e autofuncionante que consiste em interações de elementos bióticos
e abióticos; seu tamanho pode variar consideravelmente" (USDT, 1980).
"A
comunidade total de organismos, junto com o ambiente físico e químico no qual
vivem se denomina ecossistema, que é a unidade funcional da ecologia" (Beron,
1981). "1.-sistema natural, aberto, que inclui, em uma certa área, todos os fatores físicos e biológicos (elementos bióticos e abióticos) daquele ambiente e suas interações. Diferencia-se de outros ecossistemas por sua diversidade biótica e estrutura trófica claramente definidas, e por sua específica quantificação e qualificação da troca de energia e matéria entre esses elementos e do sistema com a fronteira externa (biogeocenose; biossistema; holocenose, microcosmo). 2.-Leg. Complexo dinâmico de comunidades vegetais, animais e de microorganismos e o seu meio inorgânico que interagem como uma unidade funcional." (Decreto Legislativo nº 2, de 3 de fevereiro de 1.994).
Ecossistema
natural
"
Expressão usada para designar genericamente os ecossistemas que não estão
sujeitos à influência da atividade humana" (Forattini, 1992).
ECÓTIPOS
"São
populações de espécies de grande extensão geográfica, localmente adaptadas
e que possuem graus ótimos e limites de tolerância adequados às condições
do lugar" (Odum, 1972).
"Raça
ecológica. Fenômeno de adaptação fisiológica dos limites de tolerância de
uma mesma espécie, freqüentemente fixados nas formas locais por um mecanismo
genético" (Dajoz, 1973).
"Raça
genética (ou série de raças genéticas de origem independente), mais ou menos
bem distinta fisiologicamente (mesmo se não morfologicamente) que é adaptada a
certas condições de ambiente diferentes das de outra raça genética da mesma
espécie. Exemplo: certas espécies de ervas crescem eretas no interior (ecótipo
interiorano), mas prostradas na praia marítima" (ACIESP, 1980).
ECÓTONO
"Transição
entre duas ou mais comunidades diferentes (...) é uma zona de união ou um cinturão
de tensão que poderá ter extensão linear considerável, porém mais estreita
que as áreas das próprias comunidades
adjacentes. A comunidade do ecótono pode conter organismos de cada uma das
comunidades que se entrecortam, além dos organismos característicos" (Odum,
1972).
"Zona
de transição que determina a passagem e marca o limite de uma biocenose
à outra" (Dajoz, 1973).
"Zona
de transição entre dois biomas que se caracteriza pela exuberância dos processos vitais e
mistura relativa de espécies circundantes. A estas características se chama
efeito de borda" (Carvalho, 1981).
"Zona
de contato entre duas formações com características distintas. Áreas de
transição entre dois tipos de vegetação. A transição pode ser gradual,
abrupta (ruptura), em mosaico ou
apresentar estrutura própria" (ACIESP, 1980).
"Zona
de contato ou transição entre duas formações
vegetais com característica distintas" (Resolução n° 12, de
4.05.94, do CONAMA).
EDUCAÇÃO
AMBIENTAL
"Processo
de aprendizagem e comunicação de problemas relacionados à interação dos
homens com seu ambiente natural. É o instrumento de formação de uma consciência,
através do conhecimento e da reflexão sobre a realidade ambiental" (FEEMA,
Assessoria de Comunicação, informação pessoal, 1986).
"O
processo de formação e informação social orientado para: (I) o
desenvolvimento de consciência crítica sobre a problemática ambiental,
compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução
dos problemas ambientais, tanto em relação aos seus aspectos biofísicos,
quanto sociais, políticos, econômicos e culturais; (II) o desenvolvimento de
habilidades e instrumentos tecnológicos necessários à solução dos problemas
ambientais; (III) o desenvolvimento de atitudes que levem à participação das
comunidades na preservação do equilíbrio ambiental" (Proposta de Resolução
CONAMA nº 02/85). Processo em que se busca despertar a preocupação dos indivíduos e comunidades para as questões ambientais, fornecendo informações e contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência crítica. Estímulo à adoção de hábitos e atitudes que levem em conta as interrelações humano-ambientais e as conseqüências de ações individuais e coletivas sobre a melhoria da qualidade de vida.
EDUCAÇÃO
SANITÁRIA
"Denominação
dada à prática educativa que objetiva a induzir a população a adquirir hábitos
que promovam a saúde e evitem a doença" (Forattini, 1992).
EFEITO
AMBIENTAL
(ver IMPACTO AMBIENTAL)
EFEITO
ESTUFA
Efeito
do dióxido de carbono resultante da queima de combustíveis fósseis na
temperatura média da Terra.
"O
termo efeito estufa baseia-se na analogia entre o comportamento do dióxido de
carbono na atmosfera e o vidro em uma estufa. Na estufa, o vidro facilita a
passagem das ondas curtas de energia solar, para que seja absorvida pelos
objetos em seu interior. O ambiente interior aquecido então irradia ondas
longas em direção ao vidro. Sendo o vidro, entretanto, relativamente opaco em
relação à energia que assim recebe, o resultado é que a energia penetra no
interior da estufa com mais facilidade do que pode sair e, portanto, o aquece
(...) Do mesmo modo, na atmosfera, o dióxido de carbono é transparente à
energia solar e opaco às ondas longas de energia re-irradiadas desde a terra.
À medida que cresce o nível de dióxido de carbono, a energia solar que chega
não é afetada, mas a terra tem mais dificuldade de re-enviar essa a energia de
volta ao espaço. O equilíbrio entre as duas é perturbado, chegando mais
energia do que a que é perdida, e a terra se esquenta (Masters apud
Ortolano, 1984).
"O
efeito estufa é um componente natural do clima da terra pelo qual certos gases
atmosféricos (conhecidos como gases estufa) absorvem algumas das radiações de
calor que a terra emite depois de receber energia solar. Este fenômeno é
essencial à vida na terra, como se conhece, já que sem ele a Terra seria
aproximadamente 30º C mais fria. Entretanto, certas atividades humanas têm o
potencial de amplificar o efeito estufa pela emissão de gases estufa (dióxidos
de carbono primários, metano, óxido de enxofre, clorofluorcarbonetos,
halogenados e ozônio troposférico) para a atmosfera, causando aumento de suas
concentrações. O resultado é um aumento nas temperaturas médias globais,
isto é, o aquecimento climático" ( The World Bank, 1991).
"Qualquer
tipo de água, ou outro líquido que flui de um sistema de coleta, de
transporte, como tubulações, canais, reservatórios, elevatórias, ou de um
sistema de tratamento ou disposição final, como estações
de tratamento e corpos d'água" (ABNT, 1973).
"Descarga
de poluentes no meio ambiente, parcial ou completamente tratada ou em seu estado
natural" (The World, Bank 1978).
"Águas
servidas que saem de um depósito ou estação de tratamento" (DNAEE,
1976).
"Substância
líquida, com predominância de água, contendo moléculas orgânicas e inorgânicas
das substâncias que não se precipitam por gravidade. Água residuária lançada
na rede de esgotos ou nas águas receptoras" (Braile, 1983).
EIA
(ver ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL)
ELEMENTO
AMBIENTAL
(ver FATOR AMBIENTAL)
EM
(ver PRONOL)
EMISSÃO
"Lançamento
de contaminantes no ar ambiente" (FEEMA/PRONOL DZ 602).
"Lançamento
de material no ar, seja de um ponto localizado ou como resultado de reações
fotoquímicas ou cadeia de reações iniciada por um processo fotoquímico (Bolea,
1977).
"Processo
de desprendimento de energia de um sistema, sob a forma de reação eletromagnética
ou sob a forma de partículas. Pode ser provocado por um aquecimento, pela ação
de radiação ou pelo impacto de partículas" (Carvalho, 1981).
"Lançamento
de descargas para a atmosfera" (Braile, 1983).
Emissão
primária
"Poluentes
emitidos diretamente no ar por fontes identificáveis. Pode ser caracterizada: sólidos
finos (diâmetro menor que de 100 micra), partículas
(diâmetro maior que 100 micra), compostos de enxofre, compostos orgânicos,
compostos de nitrogênio, compostos de oxigênio, compostos halogenados e
compostos radiativos" (Lund, 1971).
Emissão
secundária
"Produto
de reações no ar poluído, tais como os que ocorrem nas reações fotoquímicas
da atmosfera. Os poluentes secundários incluem o ozônio, os formaldeidos, os
hidroperóxidos orgânicos, os radicais livres, o óxido de nitrogênio
etc." (Lund, 1971).
Emissões
fugitivas
"Quaisquer
poluentes lançados no ar ambiente, sem passar por alguma chaminé ou condutor
para dirigir ou controlar seu fluxo" (FEEMA/PRONOL DZ 559, 1989).
"São
canalizações de esgoto que não recebem contribuição ao longo de seu
percurso, conduzindo apenas a descarga recebida de montante (...) destinadas a
conduzir o material coletado pela rede de esgoto à estação de tratamento ou
ao local adequado de despejo" (IES, 1972).
"Coletor
que recebe o esgoto de uma rede coletora e o encaminha a um ponto final de
despejo ou de tratamento (ACIESP, 1980).
ENCOSTA
"Declive
nos flancos de um morro, de uma colina ou uma serra" (Guerra, 1978).
ENDEMISMO
Característica
representada pela existência de espécies
endêmicas em determinada área geográfica" (Forattini, 1992).
"Isolamento
de uma ou muitas espécies em um espaço terrestre, após uma evolução genética
diferente daquelas ocorrida em outras regiões. O endemismo insular permite à
Ecologia estudar ecossistemas antigos que sobreviveram até estes dias" (Lemaire
& Lemaire, 1975).
ENFITEUSE,
ENFITEUTA
(ver AFORAMENTO PÚBLICO)
ENSEADA
"Reentrância
da costa, bem aberta em direção ao mar, porém com pequena penetração deste,
ou, em outras palavras, uma baía na qual aparecem dois promontórios
distanciados um do outro" (Guerra, 1978).
ENTIDADE
POLUIDORA, POLUIDOR
"Qualquer
pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável por
atividade ou equipamento poluidor, ou
potencialmente poluidor do meio ambiente" (Deliberação CECA nº 03, de
28.12.77).
"A
pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável,
direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação
ambiental" (Lei nº 6.938 de 31.08.81).
(ver
também ATIVIDADE POLUIDORA)
"Medida
da desordem ou da quantidade de energia não disponível em um sistema"
(Odum, 1972).
"É
uma quantidade relativa da energia perdida de modo natural e inevitável num
sistema físico-químico, conforme a segunda lei da termodinâmica.
Enquanto esta energia perdida vai aumentando, o sistema vai se aproximando cada
vez mais do seu estado de equilíbrio. Deste modo, a entropia pode ser encarada
como uma medida de degeneração termodinâmica" (Carvalho, 1981).
EPÍFITA
Qualquer
espécie vegetal que cresce ou se apóia fisicamente sobre outra planta ou
objeto, retirando seu alimento da chuva ou de detritos e resíduos que coleta de
seu suporte.
"Plantas
aéreas, sem raízes no solo" (Odum, 1972).
"Planta
que cresce sobre outra planta, mas que não tira alimento do tecido vivo do
hospedeiro (grego: epi=sobre; phyton=vegetal)" (ACIESP, 1980).
"Planta
que cresce sobre a outra planta sem retirar alimento ou tecido vivo do
hospedeiro" (Resolução nº 12, de 4.05.94, do CONAMA).
EPISÓDIO
CRÍTICO DE POLUIÇÃO DO AR
"A
presença de altas concentrações de poluentes na atmosfera em curto período
de tempo, resultante da ocorrência de condições meteorológicas desfavoráveis
à dispersão dos mesmos" (Resolução nº 03, de 28.06.90, do CONAMA).
(ver
também PRONAR)
EQUIPAMENTO
Em
controle da poluição
"É
todo e qualquer dispositivo, industrial ou não, poluidor ou destinado ao
controle da poluição" (Deliberação CECA nº 03, de 28.12.77).
Equipamento
absorvedor
Em
controle da poluição do ar, "equipamento de absorção de gases
projetados para promover o perfeito contato entre um gás e um solvente líquido,
com a finalidade de permitir a difusão dos materiais (...) O contato entre o gás
e o líquido pode ser alcançado pela dispersão do gás no líquido ou vice
versa. Os equipamentos absorvedores que dispersam líquido compreendem as torres
recheadas, as câmaras e torres de
aspersão e os lavadores venturi.
Os equipamentos que usam a dispersão do gás incluem as torres e vasilhas com
equipamento de aspersão" (Danielson, 1973).
"Conjunto
de edificações e espaços, predominantemente de uso público, nos quais se
realizam atividades complementares à habitação e ao trabalho, ou nos quais se
oferecem à população os serviços de bem‑estar social e de apoio às
atividades econômicas" (SAHOP, 1978).
EQUÍSTICA
"Segundo
Constantin A. Doxiadis, conhecido urbanista grego, é a ciência que estuda os assentamentos
humanos" (SAHOP, 1978).
EROSÃO
Processo
de desagregação do solo e transporte dos sedimentos pela ação mecânica da
água dos rios (erosão fluvial), da água da chuva (erosão pluvial), dos
ventos (erosão eólica), do degelo (erosão glacial), das ondas e correntes do
mar (erosão marinha); o processo natural de erosão pode se acelerar, direta ou
indiretamente, pela ação humana. A remoção da cobertura vegetal e a destruição
da flora pelo efeito da emissão de poluentes em altas concentrações na
atmosfera são exemplos de fatores que provocam erosão ou aceleram o processo
erosivo natural.
"O
desprendimento da superfície do solo pelo vento, ou pela água, ocorre
naturalmente por força do clima ou do escoamento superficial, mas é, muitas vezes, intensificado pelas práticas
humanas de retirada da vegetação" (The World Bank, 1978).
"Desgaste
do solo por água corrente, geleiras, ventos e vagas" (DNAEE, 1976).
"Destruição
das saliências ou reentrâncias do relevo, tendendo a um nivelamento ou colmatagem,
no caso de litorais, baías, enseadas e depressões" (Guerra, 1978).
Erosão
fluvial
"Trabalho
contínuo e espontâneo das águas correntes, na superfície do globo
terrestre" (Guerra, 1978).
Erosão
pluvial
"Fenômeno
de destruição dos agregados do solo pelo impacto das gotas da chuva" (Tricart,
1977).
Erosão
do solo
"Destruição
nas partes altas e acúmulo nas partes deprimidas da camada superficial
edafizada" (Guerra, 1978).
ERRO
Erro
absoluto
Diferença
entre o valor de um parâmetro observado em uma medição e o valor real desse
mesmo parâmetro.
Erro
padrão
Desvio
padrão dos erros absolutos de medição de um mesmo parâmetro.
ESCALA
DE RINGELMANN
"Consiste
em uma escala gráfica para avaliação colorimétrica de densidade de fumaça,
constituída de seis padrões com variações uniformes de tonalidade entre o
branco e o preto. Os padrões são apresentados por meio de quadros
retangulares, com redes de linhas de espessuras e espaçamento definidos, sobre
um fundo branco" (Decreto "N" nº 779, de 30 de janeiro de 1967).
"Consiste
de quadros de quatro, de cinco e três quartos de polegada por oito polegadas e
meia, cada um com uma malha retangular de linhas negras sobre fundo branco. A
largura e o espaçamento das linhas são desenhados de modo que cada quadro
apresente uma certa porcentagem de branco. Ringelmann #1 equivale a 20% de
negro, Ringelmann #2, 40%, Ringelmann 3#, 60% e Ringelmann 4#, 80%. É usada
para avaliar o grau de opacidade de plumas de fumos"
(Lund, 1971).
"Gráfico
com uma série de ilustrações, indo do cinza claro até o preto. É usado para
medir a opacidade da fumaça emitida de chaminés e outras fontes. Os tons de
cinza simulam várias densidades de fumaça e são numerados (os tons cinza) de
1 a 5. Ringelmann n.1 é equivalente a uma densidade de 20% e o n.5, a uma de
100%" (Braile, 1992).
ESCOAMENTO
FLUVIAL, DEFLÚVIO
"Água
corrente na calha de um curso d'água" (DNAEE, 1976).
"Corresponde
à quantidade total de água que alcança os cursos fluviais, incluindo o
escoamento pluvial que é imediato e a quantidade de água que, pela infiltração,
vai se juntar a ela de modo lento" (Guerra, 1978).
ESCOAMENTO
SUPERFICIAL
"Parte
da precipitação que se escoa para um curso d'água pela superfície do
solo" (DNAEE, 1976).
"Porção
de água da chuva, neve derretida ou água de irrigação que corre sobre a
superfície do solo e, finalmente, retorna aos corpos d'água. O escoamento pode
carrear poluentes do ar e do solo para os corpos
receptores" (The World Bank, 1978).
"Escoamento,
nos cursos d'água, da água que cai em determinada superfície. A água que se
escoa sem entrar no solo é designada como escoamento superficial, e a que entra
no solo antes de atingir o curso d'água é designada como escoamento
subsuperficial. Em pedologia, escoamento refere-se normalmente à água
perdida por escoamento superficial; na geologia e na hidráulica, normalmente
inclui o escoamento superficial e subsuperficial" (ACIESP, 1980).
ESGOTOS
"Refugo
líquido que deve ser conduzido a um destino final" (Decreto nº 553, de
16.01.76).
Esgotos
domésticos
"São
os efluentes líquidos dos usos domésticos
da água. Estritamente falando, podem ser decompostos em águas cloacais e águas
resultantes de outros usos (Amarílio Pereira de Souza, informação pessoal,
1986).
Esgotos
pluviais
"São
águas provenientes das precipitações (chuvas) e que chegam ao solo ou aos
telhados já despidas de suas qualidades naturais, por sua passagem pela
atmosfera, de onde trazem impurezas" (Carvalho, 1981).
Esgotos
sanitários
"São
efluentes líquidos que contêm pequena quantidade de esgotos industriais e águas
de infiltração provenientes do lençol freático" (Amarílio Pereira de
Souza, informação pessoal, 1986).
"Refugo
líquido proveniente do uso da água para fins higiênicos" (Decreto nº
553, de 16.01.76).
"Despejos
orgânicos totais e despejos líquidos gerados por estabelecimentos residenciais
e comerciais" (The World Bank, 1978).
"São
aquelas águas que foram utilizadas para fins higiênicos, onde preponderam as
águas de lavagem e matéria fecal, e provêm geralmente de construções
habitadas por seres humanos e/ou animais" (Carvalho, 1981).
"São
os efluentes originários dos processos usuais da vida. São de tal natureza que
podem ser lançados in natura na rede pública de esgotos" (Braile, 1983).
Esgotos
sépticos
"É
o esgoto sanitário em plena fase de putrefação com ausência completa de oxigênio
livre" (Carvalho, 1981).
ESPÉCIE
"Conjunto
de seres vivos que descendem uns dos outros, cujo genótipo é muito parecido
(donde sua similitude morfológica, fisiológica e etológica) e que, nas condições
naturais, não se cruzam, por causas gênicas, anatômicas, etológicas,
espaciais ou ecológicas, com os seres vivos de qualquer outro grupo" (P.P.
Grasse apud Lemaire & Lemaire,
1975).
"A
menor população natural considerada suficientemente diferente de todas as
outras para merecer um nome científico, sendo assumido ou provado que
permanecerá diferente de outras, ainda que possam ocorrer eventuais
intercruzamentos com espécies próximas" (ACIESP, 1980).
Espécie
endêmica ou nativa
"Diz-se
de uma espécie cuja distribuição esteja limitada a uma zona geográfica
definida" (Peres, 1968).
"Espécies
que têm uma limitada distribuição na face da Terra (...) em geral encontradas
nas regiões de origem" (Martins, 1978).
"(1)
Espécie cuja área de distribuição é restrita a uma região geográfica
limitada e usualmente bem definida. (2) Para certos autores, sinônimo de espécie
nativa" (ACIESP, 1980).
Espécie
exótica
"Espécie
presente em uma determinada área geográfica da qual não é originaria" (ACIESP,
1980).
Espécie
pioneira
"Espécie
ou comunidade que coloniza inicialmente uma área nova não ocupada por outras
espécies" (Diccionario de la Naturaleza, 1987).
"Aquela
que se instala em uma região, área ou hábitat
anteriormente não ocupada por ela, iniciando a colonização de áreas
desabitadas" (Resolução nº 12, de 4.05.94, do CONAMA).
Espécie
protegida
"Aquela
que desfruta de proteção legal, para evitar que seja objeto de caça,
colecionismo etc." (Diccionario
de la Naturaleza, 1987)
ESPÉCIES
EM PERIGO DE EXTINÇÃO,
Espécies
da flora e da fauna selvagem, de valor estético, científico, cultural,
recreativo e econômico, protegidas contra a exploração econômica pelo comércio
internacional, de acordo com a "Convenção sobre o Comércio Internacional
das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção",
firmada em Washington, a 3 de março de 1973, e aprovada pelo Decreto
Legislativo nº 54, de 24.06.75.
"Qualquer
espécie que esteja em perigo de extinção ou que provavelmente venha a se
encontrar em perigo de extinção dentro de um futuro previsível, na totalidade
ou em uma porção significativa de seu território" (USDT, 1980).
ESPIGÃO
(ver DIQUE)
ESPORÕES
Pontas
de areia formadas às margens de uma laguna costeira pelo trabalho de erosão e
deposição de sedimentos resultante da força dos ventos, das correntes e, em
menor intensidade, da força de Coriolis.
"Denominação
usada por Alberto Ribeiro Lamego para os pontais secundários no interior das
lagunas" (Guerra, 1978).
"É
a capacidade de o sistema ecológico retornar a um estado de equilíbrio após
um distúrbio temporário. Quanto mais rapidamente e com
menor flutuação ele retorna, mais estável é" (Holling, 1973).
"Capacidade
de um ecossistema resistir ou responder a contingências abióticas sem alterar
substancialmente sua estrutura comunitária ou seus balanços de material ou
energia"
(ACIESP,
1980).
ESTAÇÃO
ECOLÓGICA
"São
áreas representativas de ecossistemas brasileiros, destinadas à realização
de pesquisas básicas e aplicadas de ecologia, à proteção do ambiente natural
e ao desenvolvimento da educação conservacionista" (Lei nº 6.902, de
27.04.81).
ESTAÇÃO
ELEVATÓRIA
"O
conjunto de dispositivos e equipamentos que recebem as águas do esgoto e as
recalcam ao destino adequado" (IES, 1972).
"É
o conjunto de bombas e acessórios que possibilitam a elevação da cota piezométrica
da água transportada nos serviços de abastecimento público" (ACIESP,
1980).
ESTAÇÃO
DE TRATAMENTO
Conjunto
de instalações, dispositivos e equipamentos destinados ao tratamento. Quando
dedicada a tratar água bruta para uso público ou industrial, chama-se
estação de tratamento de água (ETA); para tratamento de esgotos domésticos,
estação de tratamento de esgotos (ETE); para esgotos industriais, estação de
tratamento de despejos industriais (ETDI) ou estação de tratamento de
efluentes industriais (ETEI).
(ver
também TRATAMENTO)
ESTERILIZAÇÃO
"Destruição
de todo organismo vivo, mesmo a nível biológico. Exige permanência de ao
menos 30 minutos à temperatura de 170ºC. A esterilização da água se faz por
meio químicos (cloro) ou físicos (ultravioleta)" (Lemaire & Lemaire,
1975).
ESTRATÉGIA
MUNDIAL PARA A CONSERVAÇÃO
Documento
elaborado em 1980 pela União Mundial para a Conservação (UICN), o Programa
das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o "World Wildlife Fund"
(WWF), introduzindo o termo desenvolvimento
sustentável e enfatizando três objetivos para a conservação do planeta
Terra: os processos ecológicos
essenciais e os sistemas de sustentação da vida devem ser mantidos; a
diversidade genética deve ser preservada; qualquer utilização de espécies e
de ecossistemas deve ser sustentável. Tais objetivos foram testados em mais de
cinqüenta países, com a preparação de estratégias de conservação
nacionais e locais.
ESTRATIFICACAO
TÉRMICA
"Presença
de camadas de temperaturas diferentes nas massas de água" (Batalha, 1987).
ESTRATO
Camada,
capa. Em ecologia, refere-se às camadas de vegetação, de diferentes alturas,
que caracterizam a cobertura vegetal de uma determinada área. Em geologia, as
camadas em que se dispõem os minerais, nas rochas metamórficas e sedimentares. Estratosfera: ver Atmosfera.
ESTUÁRIO
"Uma
extensão de água costeira, semifechada, que tem uma comunicação livre com o
alto mar, resultando, portanto, fortemente afetado pela atividade das marés
e nele se mistura a água do mar (em geral de forma mensurável) com a água
doce da drenagem terrestre. São exemplos as desembocaduras dos rios, as baías
costeiras, as marismas (terrenos encharcados à beira do mar) e as extensões de
água barradas por praias. Cabe considerar os estuários como ecótonos
entre a água doce e os hábitats
marinhos, embora muitos de seus atributos físicos e biológicos não sejam, de
modo algum, de transição e sim únicos" (Odum, 1972).
"Parte
terminal de um rio geralmente larga onde o escoamento fluvial é influenciado
pela maré" (DNAEE, 1976).
"Forma
de desaguadouro de um rio no oceano. O estuário forma uma boca única e é
geralmente batido por correntes marinhas e correntes de marés que impedem a
acumulação de detritos, como ocorre nos deltas"
(Guerra, 1978).
"Área
costeira, em geral semicontida, na qual a água doce se mistura com a
salgada" (USDT, 1980).
"Foz
à maré. Desembocadura de um rio no mar, havendo mistura das águas doces com
as salgadas" (Carvalho, 1981).
"Áreas
onde a água doce encontra a água salgada: baías, desembocaduras de rios,
lagoas. Constituem ecossistemas delicados, são usados como local de desova de
peixes" (Braile, 1983).
Um
dos documentos do processo de avaliação
de impacto ambiental. Trata‑se da execução por equipe
multidisciplinar das tarefas técnicas e científicas destinadas a analisar,
sistematicamente, as conseqüências da implantação de um projeto no meio
ambiente, por meio de métodos de AIA
e técnicas de previsão de impacto. O
estudo realiza‑se sob a orientação da autoridade ambiental responsável
pelo licenciamento do projeto em questão, que, por meio de termos de referência
específicos, indica a abrangência do estudo e os fatores ambientais a serem
considerados detalhadamente. O estudo de impacto ambiental compreende, no mínimo:
a descrição das ações do projeto e suas alternativas, nas etapas de
planejamento, construção, operação e, no caso de projetos de curta duração,
desativação; a delimitação e o diagnóstico
ambiental da área de influência; a identificação, a medição e a valoração
dos impactos; a comparação das alternativas e a previsão da situação
ambiental futura da área de influência, nos casos de adoção de cada uma das
alternativas, inclusive no caso de o projeto não se executar; a identificação
das medidas mitigadoras; o programa
de gestão ambiental do empreendimento, que inclui a monitoração
dos impactos; e a preparação do relatório
de impacto ambiental (RIMA). ETHOS Em grego significa a toca do animal ou a casa humana; conjunto de princípios que regem, transculturamente, o comportamento humano para que seja realmente humano no sentido de ser consciente, livre e responsável; o ethos constrói pessoal e socialmente o habitat humano. |