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VALO
DE OXIDAÇÃO
"É um reator biológico aeróbio de formato característico, que pode ser utilizado para
qualquer variante do processo de lodos
ativados que comporte um reator em mistura completa" (Carvalho, 1981).
VALORAÇÃO AMBIENTAL
Atribuição de valores monetários aos ativos
ambientais, às mudanças ocorridas nos mesmos e aos efeitos dessas mudanças no
bem-estar humano.
VARIÁVEL
Termo de uma função ou relação, sujeito a
alterações de valor; quantidade que pode assumir qualquer valor de um conjunto
específico de valores.
"Propriedade real medida por observações
individuais" (Fritz et alii,
1980).
VASA
"Depósito argiloso, de partículas muito
finas, de coloração cinza‑escuro ou mesmo esverdeada, muito pegajoso,
escorregadio e com acentuado odor fétido, devido ao gás sulfúrico que contem.
Os bancos de vasa aparecem nas orlas costeiras e na foz dos rios devido ao
efeito de floculação e da gravidade, por ocasião das marés cheias"
(Guerra, 1978).
VAZADOURO
Lugar onde se despejam detritos ou onde se dispõe
qualquer tipo de resíduos sólidos.
"Sítio ou terreno onde se dispõem resíduos
sólidos, sem que se adotem medidas de proteção ao meio ambiente" (The
World Bank, 1978).
VAZÃO
"Volume fluído que passa, na unidade de
tempo, através de uma superfície (como exemplo, a seção transversal de um
curso d'água)" (DNAEE, 1976).
Vazão ecológica, vazão mínima ecológica
Vazão que se deve garantir a jusante de uma
estrutura de armazenagem (barragem) ou captação (tomada de água), para que se
mantenham as condições ecológicas naturais de um rio.
VEGETAÇÃO
"Conjunto de vegetais que ocupam uma
determinada área; tipo da cobertura
vegetal; as comunidades das plantas do lugar; termo quantitativo
caracterizado pelas plantas abundantes" (Goodland, 1975).
"Quantidade total de plantas e partes vegetais
como folhas, caules e frutos que integram a cobertura da superfície de um solo.
Algumas vezes, o termo é utilizado de modo mais restrito para designar o
conjunto de plantas que vivem em determinada área" (Carvalho, 1981).
Vegetação natural
"Floresta ou outra formação florística com
espécies predominantemente autóctones, em clímax ou em processo de sucessão
ecológica natural" (Resolução nº 04, de 18.09.85, do CONAMA).
Vegetação primária
" É aquela de máxima expressão local, com
grande diversidade biológica, sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos,
a ponto de não afetar significativamente suas características originais de
estrutura e de espécies" (definição constante de várias resoluções do
CONAMA baixadas em 1994, com a finalidade de orientar o licenciamento de
atividades florestais em Mata Atlântica, em diversos estados brasileiros).
Vegetação secundária ou em regeneração
"É aquela resultante dos processos naturais
de sucessão, após supressão total ou parcial da vegetação primária por ações
antrópicas ou causas naturais, podendo ocorrer árvores da vegetação primária"
(definição constante de várias resoluções do CONAMA baixadas em 1994, com a
finalidade de orientar o licenciamento de atividades florestais em Mata Atlântica,
em diversos estados brasileiros).
VEREDA
De acordo com Ferreira (1975), vereda significa
caminho estreito, senda, atalho. No Brasil, assume os seguintes significados
regionais: Nordeste ‑ região mais abundante em água na zona da caatinga,
entre montanhas e vales dos rios e onde a vegetação é um misto de agreste e
caatinga; Sul da Bahia ‑ planície; Goiás ‑ várzea que margeia um
rio ou clareira de vegetação rasteira; Minas Gerais e Goiás ‑ clareira
e curso d'água orlado de buritis, especialmente na zona são-franciscana. Na
Resolução nº 04, de 18.09.85, do CONAMA, que regulamenta a criação de
Reservas Ecológicas, define‑se vereda como "nome dado no Brasil
Central para caracterizar todo o espaço compreendido, que contém nascentes ou
cabeceiras de um curso d'água da rede de drenagem, onde há ocorrência de
solos hidromórficos com renques de buritis e outras formas de vegetação típica".
VERTEDOR
"Dispositivo utilizado para controlar e medir
pequenas vazões de líquidos em canais abertos" (Batalha, 1987).
VERTENTE
"Planos de declives variados que divergem das
cristas ou dos interflúvios, enquadrando o vale. Nas zonas de planície, muitas
vezes as vertentes podem ser abruptas e formar gargantas (Guerra, 1978).
VETOR
Em biologia
"Denominação geral dada a espécies cujos
organismos podem albergar o parasito e assim propiciar-lhe a transmissão para
acesso ao hospedeiro" (Forattini, 1992).
"Portador usualmente artrópode, que é capaz
de transmitir um agente patogênico de um organismo para o outro" (The
World Bank, 1978).
"Artrópode ou outro animal que transmite um
parasita de um vertebrado hospedeiro para o outro" (USAID, 1980).
Vetor biológico
"Vetor no qual um parasita se desenvolve ou
multiplica" (USAID, 1980).
"É aquele que toma parte essencial,
participando do ciclo evolutivo do parasita, como o caramujo da
esquistossomose" (Carvalho, 1981).
Vetor mecânico
"Vetor que transmite parasita, sem
desenvolvimento ou multiplicação nele do parasita" (USAID, 1980).
VIDA
SILVESTRE, VIDA SELVAGEM
Em sentido amplo, a flora e a fauna autóctones
que vivem num ecossistema natural.
VISIBILIDADE
Em meteorologia e poluição do ar
"Nos Estados Unidos, na prática de observações
atmosférica, é a maior distância, numa direção dada, em que é possível
ver e identificar a olho nu (a) durante o dia, um objeto proeminente e escuro
contra o céu, no horizonte e (b) à noite, uma fonte de luz conhecida,
moderadamente intensa e, preferencialmente, sem foco" (Robinson, 1962).
Em paisagismo e planejamento territorial
Distância ou zona de visão física entre o
observador e a paisagem.
VOÇOROCA,
VOSSOROCA
"Escavação profunda originada pela erosão superficial e subterrânea, geralmente em terreno arenoso;
às vezes, atinge centenas de metros de extensão e dezenas de
profundidade" (Goodland, 1974).
"Escavação ou rasgão do solo ou de rocha
decomposta, ocasionada pela erosão do lençol de escoamento superficial"
(Guerra, 1978).
"Processo erosivo semi‑superficial de
massa, face ao fenômeno global da erosão superficial e ao desmonte de maciços
de solo dos taludes, ao longo dos
fundos de vale ou de sulcos realizados no terreno" (Mendes, 1984). |