Tragédia mundial à vista           

Se o vazamento de petróleo no Golfo do México continuar por 18 meses, todo o oceano estará contaminado
 

por Tom Buyea - Florida News Service   

USA, 23 de julho de 2.010 - A situação na Flórida é muito pior do que a mídia está relatando; aliás, quase não se fala mais do pior desastre ambiental do planeta. Essa tragédia pode resultar em mudanças geológicas.

Já se cogita uma possível evacuação em massa na Flórida, pois o petróleo contém substâncias tóxicas que contaminam tudo ao redor.

Mas o problema não fica só na Flórida (o que já é triste e desastroso), as estimativas são de que se o vazamento continuar, em 18 meses, TODO O OCEANO poderá estar contaminado.

Infelizmente não podemos fazer nada mais do que espalhar essa notícia e nos preparar.

Foi estimado, por peritos, que a pressão a qual o petróleo é jogado nas águas do Golfo é entre 20.000 e 70.000 PSI (libras por polegada). Simplesmente impossível de ser contido. Eis o que os cientistas americanos são proibidos de dizer ao público sobre o Golfo.

O que você vai ler aqui é o que os cientistas nos USA não podem falar, com medo da administração Obama.

Os cientistas que confirmam estas descobertas não podem ser mencionados, pelo que está escrito acima, mas no que eles acreditam querem que todos saibam.

Pegue um mapa dos USA, abra e meça, no mínimo, 80,5 km a partir da destruição em volta do Golfo do México com o que você vai ler abaixo. A carnificina dos USA é tão assombrosa que tirará seu fôlego.

Se os cientistas estiverem certos do que estão tentando alertar, toda a Flórida será completamente destruída!

Todos têm o direito de ler o que escrevi neste artigo, e tambem o que foi escrito abaixo pelos cientistas que a administração de Obama e a British Petroleum estão tentando calar.

A estimada super-alta pressão liberando o petróleo embaixo da crosta terrestre está entre 80.000 e 100.000 barris por dia.

O petróleo e gases tóxicos estão trazendo junto areia e cascalho o que causa um efeito de jato de areia no que resta da cabeça do poço que atualmente de alguma forma restringe o fluxo, como também o buraco da perfuração.

Como a cabeça do poço se torna cada vez mais desgastada, a passagem aumenta, permitindo um fluxo ainda maior de petróleo. Mesmo que algum aparelho fosse colocado sobre a cabeça do poço existente, isso não tamparia nem pararia o fluxo, porque o que ainda sobrou da cabeça do poço não conteria a pressão do fluxo.

A espessura original da cabeça do poço é de 5 cm. E agora deve estar menor que 2,5 cm e ficando a cada momento mais fina. O petróleo agora alcançou a corrente do Golfo e está entrando na corrente oceânica, pelo menos quatro vezes mais forte, invadindo o mundo todo em mais ou menos 18 meses.

O petróleo, junto com os gases, incluindo a benzina e outros gases tóxicos, esgotarão o oxigênio da água. Isso matará toda a vida marinha. Junto com o petróleo nas praias, haverá muito peixe morto, etc, que deverão ser jogados fora.

Em algum momento, o buraco da perfuração ficará muito grande, aumentando seu tamanho abaixo da cabeça do poço, deixando a área onde poço está muito fraca. A cabeça do poço será empurrada para fora, permitindo um fluxo descontrolado de petróleo.

O buraco continuará a aumentar de tamanho, permitindo mais e mais petróleo fluir para o Golfo. Depois de muitos bilhões de barris de petróleo já terem sido derramados, a pressão da cavidade enorme a 8 km abaixo do solo do oceano começará a normalizar.

Isso então permitirá que a água, sob forte pressão a 1,6 km de profundidade, seja forçada para dentro da cavidade onde o petróleo estava. A temperatura a essa profundidade está perto de 200 graus centígrados, possivelmente mais.

A água evaporará, criando uma enorme quantidade de força, levantando o solo do Golfo. É difícil saber quanto de água entrará na crosta. Também não é possível calcular o quanto o solo levantará.

As ondas do tsunami criado serão alguma coisa em torno de 6 a 24 metros de altura, possivelmente maiores. Então, o solo cairá dentro da cavidade vazia. É assim que a natureza fechará o buraco.

Dependendo da altura do tsunami, o cascalho do oceano, petróleo e estruturas existentes serão arrastados pelas praias, entrando terra adentro, deixando uma área de 80,5 a 322 km desprovida de vida.

Mesmo que os escombros sejam retirados, a contaminação do solo e da água impossibilitará a re-população por um período desconhecido de anos.

(End of scientists information release.)

From Tom Buyea - FL News Service.