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Livros são lançados em São Paulo e apontam para o futuro refletindo temas importantes da atualidade

"Amazônia, a floresta assassinada", de Sérgio Adeodato, editor assistente da revista Horizonte Geográfico
"Cérebro, a maravilhosa máquina de viver"
, Alessandro Greco, da revista Update
"Robô, o filho pródigo"
, de Heitor Shimizu, coordenador do setor on-line da FAPESP

São Paulo, em 15 de maio de 2.006 - A Editora Terceiro Nome lançou, na segunda-feira (15/5), em São Paulo, três novos livros que apontam para o futuro ao abordar, de forma leve e acessível ao grande público, assuntos de grande importância tanto para centros de pesquisa como para a humanidade em geral. Escritos por jornalistas, os títulos fazem parte da coleção Repórter Especial.

Em Cérebro, a maravilhosa máquina de viver, Alessandro Greco, da revista Update, fala sobre as pesquisas que levam a ciência a entender melhor o órgão para tratar de doenças até hoje incuráveis.

Nos últimos anos, muito foi desvendado sobre o funcionamento do cérebro e alguns mitos caíram – o de que os neurônios não se multiplicam no decorrer da vida, por exemplo –, mas ainda há mistérios demais a serem desvendados, como, por exemplo, a quase indecifrável consciência.

Dos mistérios à tragédia. A maior floresta tropical do planeta já perdeu boa parte de sua área e, se o ritmo de destruição atual continuar, estimativas indicam que ela poderá desaparecer entre 2050 e 2070. No livro Amazônia, a floresta assassinada, de Sérgio Adeodato, editor assistente da revista Horizonte Geográfico, pesquisadores apontam soluções para acabar com o desmatamento acelerado.

São medidas complexas que incluem maior presença do poder público, mobilização social e, acima de tudo, valorização econômica da floresta enquanto ela ainda está em pé.

Se o futuro da Amazônia está em risco, o mesmo pode ser dito do destino daquele que a destrói. Para cientistas como Hans Moravec, da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, o homem também está condenado, pelo menos na forma como é conhecido hoje. O pesquisador é um dos que acham que os robôs representam o próximo passo na escala evolutiva, capazes de fazer coisas com que seus pais jamais sonharam.

O polêmico assunto é descrito em Robô, o filho pródigo, de Heitor Shimizu, coordenador do setor on-line da FAPESP (SP). No livro, o autor mostra o futuro imaginado por alguns dos principais cientistas em robótica e inteligência artificial do mundo e também vai ao passado, ao narrar a origem dos robôs e o longo caminho em busca das máquinas inteligentes.

Mais informações: www.terceironome.com.br