Poluição sonora: o mal invisível que assusta as
cidades e afeta a saúde de milhões de pessoas


 Detalhes aqui >>

 

 

Inicial
Quem somos
Notícias
          do mês
Artigos
Agenda 21
Dicionário 
Pesquisa
Legislação
Água
Meditação
Eventos 
Livros
Campanhas
Downloads

Links           

Newsletter



 









O presidente da Funai, Márcio Meira, fala com a imprensa após reunião com o presidente Lula e lideranças indígenas no Palácio do Planalto

Presidente da Funai diz que ação de arrozeiros em terra indígena é criminosa e ilegal

Brasília, 19 de abril de 2.008 - A ação do grupo de produtores - liderado pelo empresário arrozeiro Paulo César Quartiero - contrário à desocupação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR) é criminosa, por usar artifícios como “explosão de pontes” e “bombas caseiras”, e ilegal, por não ter cumprido, pacificamente, o prazo para deixar a região. O decreto de homologação da terra indígena foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 2005.

A afirmação foi feita pelo presidente da Funai, Márcio Meira, hoje (19), Dia do Índio, em entrevista à Rádio Nacional. De acordo com o presidente, o grupo de resistência tem passado uma imagem de conflitos internos entre as etnias indígenas que convivem na reserva, o que não seria verdade.

Segundo Meira, “a maioria absoluta dos cerca de 18 mil indígenas que vivem na região aguarda que seja cumprida a retirada dos empresários que resistem na região”.

Sobre a tensão causada pela resistência, o presidente comentou que a situação está totalmente sob controle, que os indígenas aguardam a decisão do STF e que acreditam que a presença da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal serve para assegurar que a questão será resolvida de forma pacífica.

Links relacionados:

Líder indígena diz que estatuto não é aprovado por omissão.

Índios condicionam mineração à aprovação de estatuto.

Ministro classifica de gravíssima decisão do STF.

População indígena pode chegar a 1 milhão em 2010.

Comunidade faz manifestação em defesa de sítio arqueológico.

Fonte: Pedro Ivo de Oliveira, repórter da Agência Brasil