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Usina de Dardanelos, crime ambiental premeditado
e consolidado


A construção da hidrelétrica no MT é um crime contra o patrimônio natural e eco turístico da Amazônia, afirma o Ministério Público.

São Paulo, 20 de julho de 2.006 - Na cidade de Aripuanã - coração da Amazônia Legal -, foi ferido de morte o Salto Dardanelos - a mais bela cachoeira de Mato Grosso, uma das mais belas do Brasil e a única no mundo bafejada por um capricho da Natureza.

A construção de uma usina hidrelétrica absolutamente desnecessária e feita para atender interesses de particulares uma vez que não há interesse público que justifique o crime ambiental que será consumado, fará desaparecer paisagens singulares, belas, exuberantes e ricas que a vista humana pôde contemplar, para dar lugar a um imenso duto de aço, que vai engolir o leito do rio, no alto da sucessão de penhascos e, por gravidade, conduzir toda a água para fazer girar as turbinas de uma projetada hidrelétrica de 250 megawatts.

Isso mesmo: uma usina que não vai resolver nenhum grande problema de energia elétrica da região e do país, pequena em seu tamanho como usina, mas grande em seu poder de destruição da natureza.

A usina, além de não ser de interesse público, está cercada de licenciamento com vícios insanáveis e o Ministério Público do MT pôde afirmar com a força de sua autoridade que "É crime ambiental".

O Ecol News selecionou uma série de artigos, notícias, reportagens e fotos, um dossiê do caso Dardanelos, para melhor conhecimento dos internautas. Para ver as fotos, clique aqui.

Segue abaixo o dossiê Dardanelos:

 

Usina em Dardanelos é crime, diz Ministério Público do MT. A construção de uma hidrelétrica no noroeste de Mato Grosso vai extinguir uma área turística que integra um programa do governo federal de fomento ao ecoturismo na região amazônica, o famoso Salto de Dardanelos. A avaliação é de especialistas em questões ambientais e membros do Ministério Público Estadual.
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Ministério Público contesta viabilidade em Dardanelos, no MT. Promotores duvidam dos indicadores de impacto ambiental apresentados; especialistas questionam o aproveitamento hidrelétrico na região.
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Grupo Amaggi tem interesse na construção da Usina da Morte. No dia 27 de agosto está prevista uma audiência pública na cidade de Aripuanã - coração da Amazônia Legal -, será sentenciado à morte o Salto Dardanelos - a mais bela cachoeira de Mato Grosso, uma das mais belas do Brasil e a única no mundo bafejada por um capricho da Natureza. Em questão de meses, terá desaparecido uma das mais singulares paisagens que a vista humana pôde contemplar, para dar lugar a um imenso duto de aço, que vai engolir o leito do rio, no alto da sucessão de penhascos e, por gravidade, conduzir toda a água para fazer girar as turbinas de uma projetada hidrelétrica de 250 megawatts.
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Amazonidades - Uma experiência Amazônica. Na segunda metade dos anos 70, a Amazônia recebeu um dos mais criativos projetos de desenvolvimento regional, configurado dentro do paradigma da sustentabilidade que, na época, era chamado de ecodesenvolvimento, por causa da reunião de Estocolmo em 1972. Desenhado pelo economista Pedro Paulo Lomba, por solicitação do Ministro João Paulo dos Reis Velloso, e aperfeiçoado pela comunidade científica, o projeto intitulado Cidade Científica de Humboldt, foi implementado no município de Aripuanã, noroeste de Mato Grosso, ao lado da Cachoeira de Dardanelos (Andorinhas). O local, sem dúvida, era de uma indescritível beleza cênica tendo como grande destaque, o salto de mais de 120 metros dado pelo rio Aripuanã que se dividia em três cachoeiras conhecidas como Véu de Noiva, Dardanelos e Andorinhas.
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O Ministério Público Estadual está preparando uma ação para questionar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/Rima) de construção de uma usina hidrelétrica no Salto Dardanelos, localizado no município de Aripuanã (976 km de Cuiabá), a denominada Usina da Morte.
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Usina de Dardanellos, uma morte anunciada. A agressão ao Meio Ambiente levada ao extremismo radical.
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MP contesta viabilidade de hidrelétrica em Dardanelos (MT).
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Os passos da devastação em MT. "Depois da soja, a luz", artigo de Juliana Arini.
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